Um pouco desfocada, mas tá valendo!
Uma maneira de demonstrar a minha alegria em ser a mãe do Caio - um menino inteligente, intenso, apaixonante! E também um modo de registrar a figura que ele é, as delícias que ele fala, as gracinhas que faz...
sábado, 25 de outubro de 2014
Família do papai
Uma das raras fotos em que todos os membros da família aparecem juntos: Antonio com seus 4 filhos e 2 netinhos... essa é para guardar com carinho.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Tirei MB!!!
Deu um trabalhão, mas a-do-rei fazer a maquete de uma sala de aula, trabalho pedido pela professora do Caio.
Ahhhhhhhhhh é... confessei!
Como professora, sempre valorizei o trabalho feito pelo próprio aluno, do jeito que ele soubesse fazer, expressando suas ideias, mesmo que simplórias, em detrimento daquele maravilhoso trabalho sem nenhum errinho, compilando trechos inteiros de opiniões alheias.
Então me peguei imaginando como ia fazer Caio fazer uma maquete? Difícil... muito difícil... A primeira dificuldade que visualizei naquele momento foi o modo desengonçado com que Caio maneja a tesoura.
Houve um instante - instantezinho - que achei a ideia da professora meio sem propósito.
Mas me obrigou a pensar... e a começar de alguma forma.
Então, chamei Caio pra fazermos a maquete com todo o material de que eu dispunha e imaginava poder utilizar em cima da mesa. Caixa de sapato surrupiada do armário em primeiro plano. Caio estava motivado. Pensei: "isso não vai dar certo".
Caio tomou a iniciativa então. Pegou o papel azul e mostrou:
- É fácil, mãe, é só fazer igual.
- Ah, tá. - balbuciei.
Ele começou a mostrar:
- Aqui é a porta, a janela, tem um armário, a mesa da professora fica aqui.
- E o que é isso?
- É o computador.
"F_ _ _ _", pensei de um jeito inenarrável.
E aí Caio começou a mostrar onde se sentava cada coleguinha. Ele foi falando e anotando. Contando detalhes da rotina da sala. Eu olhando. Daí as ideias começaram a surgir. Pedi, então, que Caio desenhasse cada coleguinha. Para que todos os desenhos saíssem mais ou menos do mesmo tamanho, delimitei o espaço, dobrando várias vezes uma folha de papel ofício e riscando as marcas feitas pelas dobraduras. Quantos retangulinhos daqueles tivemos de usar! Foi um tal de braços saindo (ainda) diretamente das pernas... E os vestidos não ficavam como ele queria! Foi bem legal vê-lo desenhando os colegas: Pedro Machion e tia Paula ganharam óculos; o Davi ele fez com cara de bolado; as marias-chiquinhas das meninas esvoaçavam pelo espaço em branco do papel; e por aí foi...
Nesse momento, a providência divina fez com que Antonio chegasse todo animadinho. Foi bom, pois a dinâmica estrutural dos móveis foi bolada por ele. Caio saía para brincar, voltava, inspecionava, saía, voltava, opinava:
- Não se esquece da lixeira.
Pois é... digamos: éramos os operários e ele, o arquiteto (ele fez a planta, né...)
Bem, a maquete ficou pronta no dia seguinte, na quinta-feira, não antes de ouvir a recomendação de Caio quando saía para a escola:
- Mãe, não esquece da minha maquete, heim! - estava ansioso, provavelmente repetindo as recomendações da professora.
Mas ansiosa mesmo fiquei eu.
Chegou o dia D, quer dizer, o dia da entrega. Caio levou nos braços a caixinha com toda a minha expectativa dentro.O dia passou lento. Mais tarde, assim que Caio adentrou a casa (mas depois da costumeira sessão de abraços e beijos saudosos de um dia inteirinho longe um do outro), metralhei as perguntas:
- E aí? A professora gostou da maquete? - e me controlando - E os coleguinhas, também entregaram? Ficou legal? Qual foi a maquete mais bonita?
E Caio, que sempre me dá lições de viver, conviver e às vezes até mesmo de sobreviver, numa alegria pungente. declara:
- Todos ganhamos MB!!!
Claro, né... Que boba que sou... Olha os objetivos pedagógicos, não vamos esquecer... engoli meu enrubescer.
Então pude perceber que o objetivo devia ser mesmo esse: o de fazer a criança perceber o espaço físico da sala de aula, reconhecer dimensões, entender que tudo segue uma ordem, observar a dinâmica da sala de aula e de seus ocupantes. Reconhecer-se como elemento participativo de tal dinâmica. E isso ele fez, mesmo sem utilizar a tesoura...
terça-feira, 14 de outubro de 2014
Aos mestres, com carinho.
Amanhã é dia 15 de outubro: dia dos mestres. Aproveito para eternizar aqui toda a minha satisfação e agradecimento aos profissionais que com muito carinho atuam na formação do Caio.
Reprodução da postagem no Facebook:
Não sou muito de estar o tempo todo na escola, pouco me mostro por conta da agenda cheia de trabalho e também da minha personalidade. Mas acompanho tudo com atenção. Como também sou professora e já fiz parte da direção de uma escola, sei reconhecer um trabalho de valor. Trabalho de equipe. Confio em vocês plenamente. Meu filho se tornou uma criança melhor desde que entrou no Colégio G2. Sabe o que penso vendo essas fotos? Que são muito merecedoras desta comemoração e do descanso de amanhã. Vejo os rostos e muitos são conhecidos por mim. Pessoas competentes, dedicadas e afetuosas. Vejo os sorrisos e contabilizo quantos são dedicados ao meu filho. À equipe diretiva, funcionários e aos professores que foram, são e serão fundamentais na vida do meu filho, obrigada!!! Feliz dia do mestre!!!
Reprodução da postagem no Facebook:
Equipe da escola onde Caio vive, brinca, estuda, experimenta,
ri, descobre, aprende, ensina também, é feliz...
Profª Paula Bettini
Na postagem original não citei nomes, pois toda a equipe é merecedora, mas aqui, no blog do Caio, que é o meu cantinho de confissões, espantos, certezas e incertezas, amor incondicional e registro disso tudo e algo mais, não posso deixar de agradecer às professoras Aline, que "pegou" Caio ainda "cru" e com carinho e, sobretudo, firmeza soube em pouco tempo moldá-lo e prepará-lo para uma iniciante vida escolar; e Paula, que de modo muito especial cativou meu filho e o ajuda a caminhar da melhor maneira possível, trabalhando suas dificuldades e potencialidades; às professoras Lupe e Pâmela, dando orientação e trabalhando as dificuldades nas aulas de apoio; e também à coordenadora Ana Paula, sensível e sensata, orientando-me, convidando-me, tranquilizando meu coração ansioso por ver Caio se desenvolvendo bem.
domingo, 14 de setembro de 2014
Quando crescer
Voltando de uma rápida visitinha à Mariana, minha sobrinha, para socorrê-la de um apagão. Caio, que tinha aproveitado para ficar em companhia da prima Duda, de quase 13 anos, me sai com esta:
- Quero me casar com a Duda, mas vou esperar ela crescer!
Na foto nem parece tanto, mas Duda
tem quase o dobro da idade do Caio!
Foto tirada em janeiro deste ano, em Praia Seca - RJ.
Máquina do Tempo
Caio ama assistir ao desenho Turma da Mônica - Uma Aventura no Tempo e sabe de cor a música-tema Máquina do Tempo.
Pesquisando, descobri que a música é da Banda 9 Volts.
Máquina do Tempo
Vamo embora, tá na hora
Vamo nessa, tô com pressa
tô sem tempo
Já tô indo, tchau
Que bom seria, não ter essa correria
E ter mais horas do meu dia pra poder dormir legal
Vamo embora, tá na hora
Vamo nessa, tô com pressa
tô sem tempo
Já tô indo, tchau
Que bom seria, não ter essa correria
E ter mais horas do meu dia pra poder dormir legal
Refrão:
Eu preciso de uma máquina do tempo
Pra chegar num só momento onde eu devo estar
Com minha máquina eu passo minha hora,
Sem stress, sem demora e sem nunca me atrasar
Vamo embora, tá na hora
Vamo nessa, tô com pressa
tô sem tempo
Já tô indo, tchau
Que bom seria, não ter essa correria
E ter mais horas do meu dia pra poder dormir legal
Vamo embora, tá na hora
Vamo nessa, tô com pressa
tô sem tempo
Já tô indo tchau
Que bom seria, não ter essa correria
E ter mais horas do meu dia pra poder dormir legal
O tempo do tempo é o tempo que o tempo tem pra passar
E passa o tempo que passa e não para nem pra descansar
Passado, presente, futuro,
Segundo, minuto, hora,
Dia, mês, ano, década, século, milênio
O tempo não para nenhuma vez
Não para nenhuma vez
Não para nenhuma vez
Eu preciso de uma máquina do tempo
Pra chegar num só momento onde devo estar
Com minha máquina eu passo minha hora,
Sem stress, sem demora e sem nunca me atrasar
Eu preciso de uma máquina do tempo
Pra chegar num só momento onde devo estar
Com minha máquina eu passo minha hora,
Sem stress, sem demora e sem nunca me atrasar
Eu preciso de uma máquina do tempo
Eu preciso de uma máquina do tempo
Eu preciso de uma máquina do tempo
Eu preciso de uma máquina do tempo
Eu preciso de uma máquina do tempo
Ouça a música em:
http://www.youtube.com/watch?v=YtbpWZwj5pQ
Assista ao filme completo em:
https://www.youtube.com/watch?v=-ATiybIuQRQ
Porém, bonitinho mesmo é Caio cantando (e brincando, recriando a cena com suas reciclagens) a música Triste Floresta, que é quando Cascão tem de reaver o elemento água. Ele canta tãããão desafinado e tão pungentemente, muito fofo!
Música entre 1:53 e 3:20, assista em:
http://www.youtube.com/watch?v=3srerCX3vLM
Trecho:
"Mas certo dia quando o dia amanheceu
A nossa água desapareceu
O rio secou
Tudo esquentou
E a floresta que era verde amarelou
e um deserto virou"
Assinar:
Postagens (Atom)



